Sufoca-me esta tua boca quando fala.
Dói-me, feito carne desenhada pela navalha.
Tuas sílabas, patchwork de excrementos e nada
Ferem os versos, machucam as palavras.
Silêncio, pitonisa nefasta.
Cesse agora o seu canto
Que no inferno os fetos embala.
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
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