Os sentimentos de um homem não devem ser banalizados em conversas vãs.
Não devem alimentar as elucubrações dos psicólogos de mesa de bar.
Muito menos serem substratos dos julgamentos individuais
(e, como condição imanente, terrivelmente limitados) de outrem.
Eles devem ser cativados,
Adubados até o limite daquelas emoções que os configuram.
E só assim, virarão algo maior.
Quem sabe, uma bela poesia,
Ou um conhecimento concedido pelo alto.
Para que possam ser distribuídos para o bem coletivo.
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário